15 de março de 2017

Voluntários celebram Dia do Contador de História com pacientes hospitalizados

Para celebrar o Dia do Contador de História, comemorado no dia 20 de março, o Hospital VITA, localizado na Linha Verde, em Curitiba, receberá voluntários do Instituto Positivo, que levarão momentos de descontração aos pacientes e acompanhantes, por meio de histórias. A data é um reconhecimento ao ato que transforma vidas, independente do lado em que a pessoa está, contando ou ouvindo. O projeto Contando e Ouvindo Histórias integra o Programa de Voluntariado desenvolvido pelo Instituto Positivo que, nos últimos três anos, formou mais de 110 voluntários dispostos a contar histórias em hospitais, lares de idosos e casas lares de Curitiba e Região Metropolitana.

A coordenadora de Responsabilidade Social do Instituto Positivo e também voluntária no projeto, Cristiane da Fonseca, explica que o programa busca incentivar colaboradores a se tornarem voluntários e dividirem talentos e habilidades com a comunidade. “Embora a contação de histórias tenha também um aspecto lúdico, por mexer com o imaginário e a criatividade, nosso propósito maior é aliar esses aspectos também ao incentivo à leitura”, complementa.

A ação é desenvolvida em parceria com o Instituto História Viva. Os voluntários, antes de se tornarem contadores, passam por uma capacitação de 10 horas/aula e cursos de reciclagem contínuos. Durante o treinamento, os voluntários aprendem conhecimentos técnicos e práticos de postura de voz e corporal, além de indicações e dicas sobre livros recomendados para cada tipo de público e sugestões de abordagens.

No ambiente hospitalar - O resultado do tratamento e recuperação de pacientes está diretamente ligado ao ambiente hospitalar. “Vários estudos demonstraram que o ‘clima” dentro dos apartamentos e nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) pode influenciar positiva ou negativamente nos resultados clínicos”, explica a coordenadora de Psicologia do Hospital VITA Curitiba, Raphaella Ropelato.

Por isso, o VITA desenvolve, em parceria com voluntários, projetos voltados ao bem-estar de pacientes e colaboradores. Dentre os projetos de humanização hospitalar estão exposições de artes, visitas de personagens infantis, palhaços, corais, distribuição de kits de pinturas e de atividades como caça-palavras, Sudoku, palavras cruzadas, entre outras ações. Raphaella afirma que oferecer apoio psicológico e disponibilizar atividades que possam ser realizadas dentro deste ambiente têm como objetivo ampliar as estratégias de enfrentamento da doença, manter funções cognitivas e atingir uma resposta de relaxamento.

Fonte: Central Press.